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segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Fwd: CMI - Atualizações - Violações cometidas pelas operações policiais

---------- Mensagem encaminhada ----------
De: edson barrus
Data: 29 de novembro de 2010 07:56
Assunto: CMI - Atualizações - Violações cometidas pelas operações policiais
Para:
 
http://prod.midiaindependente.org/pt/blue/2010/11/481527.shtml
Violações cometidas pelas operações policiaisPor RIO DE JANEIRO 27/11/2010 às 16:16
Atualização (28/11): O comandante geral da Polícia Militar do Rio de Janeiro afirmou hoje que entrará em qualquer casa da favela do morro do alemão. Aqueles e aquelas que não permitirem a entrada da polícia vai ser considerada suspeita de estar escondendo traficantes, e não respondeu sobre a necessidade de mandado judicial para entrar nas casas, afirmando apenas que a polícia vai entrar, oficializando uma política de violação de direitos humanos nas favelas do Rio de Janeiro, implementada pelo governo do estado e apoiada pelo governo federal, com a Marinha e o Exército participando das operações.

Relatos do @vozdacomunidade no Twitter denuncia que moradores estão tendo suas casas invadidas e sendo espancados pela polícia.

Funcionários, professores, professoras e estudantes das escolas e creches localizadas na Vila Cruzeiro, favela onde a polícia investiu com maior armamento nos últimos dias, ficaram sem poder sair do local durante toda a quarta feira e na madrugada. O Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro entrou em contato com a Secretaria de Segurança Pública para que a operação policial fosse suspensa para garantir a saída dos/as profissionais e das crianças e jovens, o que foi negado. Na zona oeste, zona norte e subúrbio, 159 escolas municipais não funcionaram no turno da tarde, deixando sem aulas mais de 38 mil alunos. Veja a nota do Sindicato dos Professores do Estado do Rio de Janeiro.
Segundo a Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência, há os seguintes indícios de violações sendo cometidas pelas operações policiais no Rio de Janeiro nos últimos dias:
- O número de prisões anunciadas é maior que o número de mortes até agora (algo em torno de 190 face a mais de 30 mortes mais ou menos), mas a evolução das prisões nos últimos dias mostra uma redução, ao passo que o número de supostas "mortes em confronto" aumentou drasticamente. No dia 24/11, foram cerca de 23 mortes para 25 prisões, o que significa que a maior parte das prisões aconteceram antes de terça, quando o número de mortes não tinha atingido nem 10 pessoas. Em algumas favelas, como no Faz Quem Quer, os números anunciados são totalmente desproporcionais, como quatro ou cinco mortos para apenas um preso. Indício concreto de uma orientação para execuções e não para prisões;
Leia Mais
Resposta à FIRJAN sobre os distúrbios no Rio | Rede Contra a Violência critica reação policial e cobertura da mídia | Comandante da PM do Rio anuncia invasão, sem preocupação de preservar vidas | Repúdio ao revide violento das forças de segurança pública no Rio de Janeiro
- Algumas reportagens (principalmente a do Estadão no link http://www.estadao.com.br/noticias/geral,quatro-inocentes-morrem-e-11-ficam-feridos-em-tiroteios-no-rio,644780,0.htm) mostram claramente que o perfil de muitas vítimas não é de homens ou jovens que poderiam estar participando de ações do tráfico, e sim idosos, estudantes uniformizados, mulheres, etc. Esse é o caso da quase totalidade das vítimas de ontem na Vila Cruzeiro, por exemplo, palco das ações mais violentas da PM. Indício concreto de tiroteio indiscriminado sem preocupação com a vida dos "civis";
- Obtivemos depoimento de que a "operação" de terça na favela da Cotia (Grajaú-Jacarepaguá) serviu de pretexto para invasões de domicílios seguida de roubos efetuadas por policiais contra famílias. Indício de que tornar as favelas "terra sem lei" e "territórios de exceção", com mais profundidade que do já são habitualmente, com estas "mega-operações", favorece muitas outras violações por parte de policiais corruptos e criminosos.
- Dona J., que mora no Morro da Fé e virou refugiada desde ontem, teve que sair da favela para não se arriscar a morrer por uma dessas chamadas "balas perdidas". Parece que muita gente da comunidade tomou a mesma atitude, devido aos transtornos causados em toda a região do Complexo da Penha pela operação de "guerra" (não é agora só uma expressão inadequada a ações policiais que deve ser criticada, já que armamento assumidamente de guerra - os tanques M113 e metralhadoras .30 da Marinha, por exemplo - estão sendo utilizados). Indício concreto de graves transtornos à população, inclusive com produção de refugiados forçados, por uso de táticas e equipamentos de guerra em áreas urbanas densamente povoadas.


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Atividade nos últimos dias:
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    --
    edson barrus
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